O que esperar do mercado de jogos para 2016?

Este ano de 2015, de longe, foi do mercado de entretenimento! Este post não é pra falar de números e nem estatísticas do mercado em si, mas sim do que ele é e do que vem se tornando. Esta palavra: ENTRETENIMENTO! Esse ano foi da imaginação das pessoas, sem dúvidas! Vimos excelentes filmes serem lançados, séries e animações, tudo ali: feito minuciosamente por pessoas. Além de tudo isso, vimos os games. Aaaah os games! Esse ano foi de arrebentar para o mercado de jogos! Desde os Triple AAA até os indies e mobiles! Que ano maravilhoso para os jogos! E que honra estar entrando neste mercado, que só cresce e cresce!

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Esse 2015, particularmente foi bem especial para mim em relação aos games. Foi o ano em que eu ajudei a fundar o Always Geek, esse blog aqui por qual eu tenho muito amor, para falar de uma das coisas que eu mais amo desde que me conheço por gente: GAMES! Hoje, estamos com duas pessoas no AG, mas quem sabe essa sementinha aqui não cresça e floresça? Tudo pode acontecer…

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Esse ano eu joguei muito, mas muito mesmo. Investi dinheiro comprando jogos, investi tempo jogando jogos. Sim, se tornou investimento, vendo pelo lado de que eu também estou entrando neste mercado. Eu investi mais amor por jogos! Conheci novos nomes e franquias, vi jogos antigos, serem remasterizados e outros da minha infância adquirirem a retrocompatibilidade. Eu joguei os indies, como Journey e Shiny, e me apaixonei! Alguns gamers, podem até pensar que não vale a pena comprar ou jogar um jogo indie, pelo contrário, ai é que tem que jogar mesmo! No indie, tem muito sentimento, não que os jogos Triple AAA não tenham; mas os indies, tem um especial a mais, porque você fica curioso de como aquilo foi desenvolvido por gente como a gente, sem game studio e com o cotidiano apertado em sua maioria; às vezes sem investimento no inicio do desenvolvimento; mas ainda assim, com muita dedicação e amor, entregue para o público gamer! E no fim de todo esforço e dedicação, é maravilhoso ver isso e jogar um game indie!

Eu fui em eventos deste mundo aqui, que fato é nerd/geek, onde tive oportunidades de interagir e imergir com jogos de diversas plataformas e tecnologias VR (Virtual Reality), o futuro está chegando! Esse ano, eu me tornei mais disso aqui, e me sinto orgulhosa e feliz por isso.

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2015 sem dúvidas mostrou que games não é só coisa de criança, e que já deixou de ser só de criança a muito tempo, já diz Shigeru Miyamoto, criador de franquias como “Mario” e “The Legend of Zelda”“Videogames fazem mal? É o que diziam sobre o Rock’n Roll” . Os games mostrou para muitos que você pode desenvolver algo, mostrou que com isso aqui você pode ganhar dinheiro, fazer entretenimento e fazer seu futuro!

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Tivemos jogos, como “Fallout 4”  e “Halo 5: Guardians” que em sua estreia de vendas, faturou milhões de dólares. Tivemos games indies que bateram games Triple AAA. Tivemos games brasileiros fazendo sucesso e dando o que falar por aí. Foi lindo! É emocionante presenciar tudo isso acontecer, e poder imaginar que em breve posso estar participando disso, não só como gamer, mas também como alguém que produz e desenvolve entretenimento.

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Esse ano foi desafiante e difícil para conciliar tudo. Eu entrei em um curso de especialização para aprender a desenvolver jogos, ao mesmo tempo ajudando a criar o Always Geek, e no meio do ano me tornei CEO & Founder de um grupo indie. Fiz o roteiro de um jogo, de uma história, que estava aqui em minha mente. Estou de fato, colocando a minha imaginação para desenvolver e produzir. E então compartilhei com outras pessoas essa história, e juntos, atualmente somos a Prosper Games e estamos dando o nosso melhor para fazer de “Redemption: Turn In History” de fato um jogo,  e quem sabe, ingressarmos no mercado de Games Indie! Já dizia Joel em “The Last Of Us”: “Não importa o que aconteça, você está sempre lutando por algo.”

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Se 2015 foi tudo isso para os games, de 2016 eu só tenho que esperar o dobro. Mas no fundo já sabemos que vai ser o triplo de tudo, o triplo de diversão, de interação e de imersão! Que venha mais do futuro e mais da tecnologia para os gamers! 🙂

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O Always Geek deseja um Feliz Natal e um Feliz Ano Novo à todos! Que em 2016, todos nós possamos jogar mais, desenvolver mais e sermos mais! Até 2016 pequenos gafanhotos! ???

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Crítica #002 | Journey: Sozinhos e juntos. Curioso e Emocionante.

O que falar desse jogo? Simples e cativante! E foi exatamente assim que Journey me ganhou!

Journey é um game indie, desenvolvido pela Thatgamecompany  (produtores também de flower  e flOw – já falamos deles aqui no AG) para PlayStation, que se tornou um ‘Triple A’  justamente por sua perfeição, desde jogabilidade à textura. É o tipo de jogo que chega a mexer com o jogador. A princípio a história de Journey parece um tanto quanto estranho e confusa para entender logo nos primeiros minutos de gameplay, mas desenrola facilmente conforme você joga. O game traz toda uma experiência estética e emocional a quem joga.

Screenshot tirado por @raquelgeek_ em 04/10/2015
Screenshot tirado por @raquelgeek_ em 04/10/2015

A mecânica do jogo é bem interessante: você consegue deslizar pelas dunas, ‘voar’, ativar alguns mecanismos ou simplesmente parar para admirar o cenário que é bem singular, porém é incrivelmente lindo e agradável de se ver.

Journey não tem um inicio formal, você é simplesmente algo (talvez alguém), que está vestido um capuz de lã vermelho e acorda sozinho no meio do deserto, a principio sem ninguém a vista. Nos primeiros passos você ainda pode se sentir confuso, mas ao caminhar você descobre novos poderes e habilidades que serão essenciais para progredir no jogo e alcançar um único objetivo: chegar até a montanha iluminada. Além disso a interpretação da história do game e os sentimentos ali sentidos, ficam por conta de quem está jogando.

Screenshot tirado por @raquelgeek_ em 04/10/2015
Screenshot tirado por @raquelgeek_ em 04/10/2015

Eu interpretei de uma forma bem intensa esse jogo. A forma como começou me deixou num misto de curiosidade e talvez medo, receio do que poderia vir acontecer ao decorrer da gameplay. Logo no inicio eu me perguntava: O que eu sou? O que estou fazendo aqui? Porque um deserto? Porque esse capuz vermelho? Eu sou um ser humano ou um outro ser?  Confesso que mesmo após ter finalizado o jogo, algumas das minhas perguntas ficaram sem respostas.

Screenshot tirado por @raquelgeek_ em 04/10/2015
Screenshot tirado por @raquelgeek_ em 04/10/2015

Logo, você percebe que o jogo não tem nenhum tipo de competição ou combate, apesar de você nunca estar sozinho. No meio do deserto você encontra personagens como você, as mesmas características, o mesmo capuz vermelho, isso porque Journey proporciona essa experiência que é quase um multiplayer. Não há exatamente uma interação entre os jogadores, a única forma de chamar a atenção é por uma pequena luz e fazendo um pequeno som, e essa ação pode ajudar muito você a passar por uma parte do jogo, em que os personagens estão passando por uma nevasca (#ficadica!). Journey é literalmente uma jornada com viajantes online.

Jogadores que interagiram comigo durante a gameplay. Screenshot tirado por @raquelgeek_ em 04/10/2015.
Jogadores que interagiram comigo durante a gameplay. Screenshot tirado por @raquelgeek_ em 04/10/2015.

A música do jogo, é algo que envolve bastante também! Pesquisando afundo, após jogar, descobri que foi feito um musical especialmente para Journey, um musical de 58 minutos, que vale a pena ser ouvido inteiro, seja a caminho de algum destino ou simplesmente ouvir para se concentrar em algo. Está disponível no iTunes, ouça e sinta-se calmo(a).

Screenshot tirado por @raquelgeek_ em 04/10/2015
Screenshot tirado por @raquelgeek_ em 04/10/2015

Journey é um jogo curto, mas que traz experiência ao jogador, é um game capaz de agradar desde os jogadores mais hardcore que curtem jogos FPS e de guerras, até os jogadores de RPG e claro, jogadores mais ecléticos. Arrisco a dizer que Journey não é só um jogo, mas também uma terapia, me senti calma, joguei com calma, joguei com curiosidade mas sem pressa e sem ansiedade, sem tensão ou aflição, o medo fez parte – sempre faz-, claro, pois não sabia se poderia surgir um chefão que pudesse me ‘matar’. Foi exatamente assim que eu me senti numa gameplay de 2 horas e 30 minutos, até zerar o jogo.

Screenshot tirado por @raquelgeek_ em 04/10/2015
Screenshot tirado por @raquelgeek_ em 04/10/2015

Como todo jogo, Journey tem um começo, um meio e um fim. O jogador passará pelo deserto no começo, com alguns obstáculos, adquire uma certa experiência e conhece de fato os movimentos que devem ser feitos, o que precisa pegar para conseguir voar, e o porquê do cachecol crescer e diminuir, conhece seres que podem o ajudar em algumas situações. Em seguida, passa por um deserto escuro, aparentemente de noite, onde continua sua jornada, mas aparece alguns seres dos quais é preciso usar uma estratégia para se esconder, uma vez que você não tem como combatê-los.

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Sozinhos e juntos. A qualquer momento, pode aparecer outro personagem como você, e talvez vocês precisem se ajudar. – Screenshot tirado por @raquelgeek_ em 04/10/2015

E a parte final, que é a mais difícil, onde se passa em uma nevasca, é ai que você percebe porque precisa ficar perto de um outro viajante. Em todas as fases do jogo, existem os seres altos que vestem capuz branco, que pela lógica e raciocínio do jogo, são responsáveis pelas instruções que dão ao personagem de capuz vermelho, que é o jogador, afim de atingir o objetivo de chegar na montanha iluminada.

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Na nevasca, onde você pode precisar ficar perto de outro viajante, assim como ele também precisará de você. – Screenshot tirado por @raquelgeek_ em 04/10/2015

Durante a sua jornada, há alguns desafios a serem cumpridos, como construir a ponte para chegar ao outro lado, o que deixa o jogo bem interativo para o jogador. É de fato uma história curta, porém bem contada. Um grande espetáculo visual, sonoro e de sentimentos. E que guarda grandes mensagens e interpretações.

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Ponte construída com tecidos. – Screenshot tirado por @raquelgeek_ em 04/10/2015
Screenshot tirado por @raquelgeek_ em 04/10/2015
A caminho da montanha iluminada. – Screenshot tirado por @raquelgeek_ em 04/10/2015

Como gamer, Journey trouxe a mim uma verdadeira experiencia terapêutica, e uma mensagem metafórica sobre esperança. De que as vezes podemos estar ou nos sentir sozinhos, mas sempre há alguém que pode te ajudar a passar por um momento difícil. Nós não nunca conseguimos fazer nada sozinhos, sempre temos a ajuda direta ou indireta de alguém. É exatamente isso que eu senti nesse jogo, a ajuda indireta vinha dos seres de capuz branco, e a indireta de algum outro viajante que estava ali comigo na nevasca ou em algum outro momento do jogo. Esse jogo é uma metáfora sobre nós mesmos, sobre mostrar como nós somos pequenos diante de um mundo inteiro lá fora, sobre como nós temos uma vida, mas devemos estar sempre seguindo em frente, que o que vale não é a nossa jornada em si, mas cada passo que devemos dar.

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“Obrigado por jogar Journey” – O prazer foi meu! – Screenshot tirado por @raquelgeek_ em 04/10/2015

No final de tudo, temos uma agradecimento “Thank you for playing Journey” que em tradução livre diz: “Obrigado por jogar Journey”. Mas quem agradece sou eu, por ter tido essa experiência maravilhosa – que foi mais uma terapia-, por jogar Journey!

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Notas do ponto de vista gamer Always Geek
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Resumão Always Geek: BGS 2015

Saudações Gamers!

Sim! Hoje é dia daquele resumão no capricho! Muita coisa rolou nesses dias de Brasil Game Show, e nós do Always Geek estivemos presentes na BGS em 3 de 5 dias de feira, e deu para ver tudo o que aconteceu na feira, as novidades que estão por vir e muito mais.

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Nos dias em que não fomos a feira, acompanhamos as coisas pela internet, vamos começar pelas plataformas:

Xbox One

Como alguns de vocês devem saber, Phil Spencer que é nada mais, nada menos que o chefe (#likeaboss) da divisão Xbox dentro da Microsoft, foi um dos principais convidados internacionais da BGS. Spencer veio ao Brasil, especialmente para a Brasil Game Show, e deixou aquele recado: “Controlaremos games com a mente no futuro”. Interessante essa fala não?! Phil também falou um pouco sobre o HoloLens, que é o projeto de realidade aumentada da Microsoft, e afirma também, que no futuro as pessoas irão interagir muito mais com os videogames do que atualmente. Além disso, Phil Spencer também afirmou que o Brasil está no top 5 no mercado de games, e que o país se mantém forte mesmo com a crise. “Halo 5: Guradians” e “Rise of the Tomb Raider”, ambos exclusivos, são os grandes lançamentos da Xbox One para este ano.

Xbox - Forza 6
Xbox – Forza 6

Rise of the Tomb Raider - Xbox One
Rise of the Tomb Raider – Xbox One

O estande da Xbox na BGS, estava sensacional, tinha um espaço com 4 consoles apenas para os games indies, a Microsoft fez questão de criar o ID@Xbox para os indies atuais e para os futuros #GamesIndies que estão por vir, e isso me impressionou bastante e me deixou bem animada com esse espaço que a Microsoft abriu para a galera indie. Jogamos o Shiny da Garage 227, tanto no estande deles na área Indie, quanto lá no estande da Xbox, o jogo é sensacional e bem interativo, simples, porém com gráficos bonitos e muito gostoso de se jogar! A Xbox estava distribuindo um kit com camiseta, bottons e adesivo, para quem jogasse no PC com Windows 10 e controle Xbox, e também teve distribuição de picolés. O estande estava bem animado, teve competição de “Killer Instinct”, mais consoles com os jogos como “Final Fantasy XV”, “Mortal Kombat X”, “Halo 5: Guradians”, “Gears of War”, simuladores com “Forza 6”, e ainda teve o sorteio da edição especial do “Xbox One Halo 5 – Edition”.

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Estande Xbox

Playstation

O estande da Playstation, também estava muito bom, em todos os dias de BGS, tivemos a presença do Ryo Mito, produtor do game “Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados”. Mito afirmou que sabe da popularidade do anime no Brasil, e devido a isso a Bandai Namco resolveu lança-lo aqui, com dublagem em português e com as vozes originais dos personagens. Vale lembrar que o game do CDZ já está disponível para vendas, somente para PS3 e PS4.

Bandai Namco - Estande Playstation
Bandai Namco – Estande Playstation

Em todos os dias da BGS, tivemos apresentações dentro de um mini auditório exclusivo, no qual teve um trailer estendido do que tinha sido exibido na E3, sobre “Uncharted 4: A Thief’s End”, e em seguida uma gameplay ao vivo de um dos produtores e um dos desenvolvedores de “Horizon: Zero Dawn”. Teve também a apresentação da Diretora de Áudio de “Assassin’s Creed: Syndicate”, que também foi exibido um trailer estendido do game. Ambos, responderam perguntas feitas pelo público que lhes assistiram, o que foi muito bacana e gratificante para quem conseguiu ver. Além disso, nos telões da Playstation, sempre estavam exibindo trailers de alguns jogos, como “Star Wars: Battlefront”, “Uncharted 4: A Thief’s End”, Apresentações do game dos CDZ e “Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 4”. Já nas filas para jogar no PS4, tinha o beta do “Star Wars: Battlefront”, “Uncharted: The Nathan Drake Collection”, “Dark Souls III”, “Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados”, “Street Figther V”, “Until Dawn” e “PES 2016”.

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Estande da Playstation

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Estande da Playstation

Virtual Reality

Outro destaque do evento foi a Realidade Virtual, os principais estandes que tinham a VR, eram os da NVIDIA com o Oculus GameWorks VR, onde podia jogar o “Eve Valkyrie”, e o estande da Samsung com o Samsung Gear VR, no qual tinha o jogo do Angry Birds, e um vídeo interativo feito por alguns surfistas profissionais como o Gabriel Medina, na qual você ficava sob uma plataforma de prancha de surf para assistir o vídeo.

Entre outros…

Os demais estandes também estavam bem interativos, teve jogos como “Guitar Hero Live”, “Rock Band 4”, simuladores de carro e avião, “Just Dance 2016” no estande da Ubisoft, entre outras coisas. As lojas de modo geral, estavam com preços bacanas, tinha a loja oficial da Sony, Playstation e Razer, da qual fizemos ótimas aquisições como camisetas e produtos oficiais do game “The Last Of Us”, o game “God of War 3 Remastered”, que estava 20 reais mais barato do que na internet; Razer Green Kraken Pro e Mouse DeathAdder, capinha Battlefield 4 para iPhone 5, todos compramos com preços mais baratos do que na internet também.

Produtos adquiridos na BGS 2015
Produtos adquiridos na BGS 2015

Algumas lojas, estavam vendendo produtos oficiais de colecionador. Realmente, esse ano tinha muito mais coisas comparado ao ano passado. A BGS em si sempre é ótima, nossa primeira vez no evento foi na edição de 2014, e logo, nós da equipe Always Geek decidimos que iriamos em mais dias na edição de 2015. E fomos, sem nenhum arrependimento! A meta agora é ir na edição de 2016 em todos os dias de BGS, para termos as oportunidades de participar dos dias de Imprensa, Business e BGS Premiere. Brasil Game Show é um evento perfeito para quem é fã de games e da cultura pop em geral, sem contar que o ingresso tem um preço bem acessível, não é à toa que a BGS sempre tem ingressos esgotados e todos os dias de evento lotados de gamers, nerds e geeks!

(fotos gerais: como cosplays, estandes, etc – no maximo 3 fotos)

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E você que ainda não conhece o evento, não deixe de ir nas próximas edições, pelo menos para conhecer e ver como é realmente bom, desde a estrutura e organização até as novidades do mundo dos games e tecnologia! Se pudéssemos resumir a Brasil Game Show em apenas uma palavra: É SENSACIONAL!!!

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